quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Teu

Este poema é teu.
É teu desde que olhei
Desde que olhei no céu
Desde que pensei

Nos teus olhos intensos
Nos teus cabelos brilhantes
Que esvoaçam por instantes

O tempo é tão escasso
Queria dar-te a mão
Queria beijar-te o coração
Num abraço!

Sem comentários:

Enviar um comentário