Ela disse "fica"
E olha para mim no verso
Dos meus lábios.
No sorriso ardente de um desejo.
Os cabelos que voam alto
No céu do meu tecto
Nos seus olhos o meu olhar.
Se sonhar é estar parado
E parar é morrer
Estarei no paraíso?
segunda-feira, 4 de julho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
II
Está escrito aquilo que não acaba.
Não acaba. Já acabou.
O que sinto não é nada,
O nada é quem sou.
Ilusões e arrependimento
De não saber que nada sei
Será um sentimento?
Ou será que sonhei?
Carrego o peso de tudo guardar
Mas sou o culpado
Não fui rejeitado
Apenas nunca soube amar
Tudo é tão belo, tanto verde, Natureza.
Belo como uma dança...
Mas de que interessa a beleza
Se não sinto esperança?
Um brinde a ela!
Pintado de vinho berrante,
Uma golada incessante
Onde os meus olhos são a tela.
Não acaba. Já acabou.
O que sinto não é nada,
O nada é quem sou.
Ilusões e arrependimento
De não saber que nada sei
Será um sentimento?
Ou será que sonhei?
Carrego o peso de tudo guardar
Mas sou o culpado
Não fui rejeitado
Apenas nunca soube amar
Tudo é tão belo, tanto verde, Natureza.
Belo como uma dança...
Mas de que interessa a beleza
Se não sinto esperança?
Um brinde a ela!
Pintado de vinho berrante,
Uma golada incessante
Onde os meus olhos são a tela.
I
Apaga
Esse olhar que me deslumbra
Esse sorriso que me afaga
Essa brisa, essa bruma
No prado amplo e iluminado
Aquela flor que o ilumina
Se é flor és tu, menina,
Mulher do sonho, do beijo desejado
Mas como podes ser assim?
Mais que mulher um sonho
E quero-te para mim
Dando-te o sentimento que ponho
Neste papel sem fim
Esse olhar que me deslumbra
Esse sorriso que me afaga
Essa brisa, essa bruma
No prado amplo e iluminado
Aquela flor que o ilumina
Se é flor és tu, menina,
Mulher do sonho, do beijo desejado
Mas como podes ser assim?
Mais que mulher um sonho
E quero-te para mim
Dando-te o sentimento que ponho
Neste papel sem fim
terça-feira, 7 de junho de 2011
Parei
Parei e pensei, nela. Naquela flor.
Um suspiro, calor.
Tenho os olhos carregados
Os pés agarrados.
E a chama de um coração a pulsar
Numa batida infinita, somente até acabar,
Grita o teu nome. Por isso parei.
Não o ouves, mas eu sei…
No vento corre um perfume vermelho,
Atrás de uma chama apagada
Mas eu estou parado, eu vejo.
Penso que vejo tudo, mas só vejo o nada.
És tu quem amei e quem amo ainda,
No azul de um rio de um olhar.
E na montanha esse luar,
Um desejo que não finda.
Mais perto de um aperto
Mais perto de estar distante
Sem saber se estou certo.
Mas eu estou parado a pensar naquela flor.
Um suspiro, calor.
No coração.
Tenho os olhos carregados
Numa lágrima de paixão.
Um suspiro, calor.
Tenho os olhos carregados
Os pés agarrados.
E a chama de um coração a pulsar
Numa batida infinita, somente até acabar,
Grita o teu nome. Por isso parei.
Não o ouves, mas eu sei…
No vento corre um perfume vermelho,
Atrás de uma chama apagada
Mas eu estou parado, eu vejo.
Penso que vejo tudo, mas só vejo o nada.
És tu quem amei e quem amo ainda,
No azul de um rio de um olhar.
E na montanha esse luar,
Um desejo que não finda.
Mais perto de um aperto
Mais perto de estar distante
Sem saber se estou certo.
Mas eu estou parado a pensar naquela flor.
Um suspiro, calor.
No coração.
Tenho os olhos carregados
Numa lágrima de paixão.
terça-feira, 12 de abril de 2011
B.k.j
Um dia, tão calmo e iluminado.
O calor de um bafo de prazer,
Numa montanha do ser,
Ser algo inacabado.
E de repente bate-nos no pensamento
Aquele arrepio e a ânsia de liberdade.
O calor de um bafo de prazer,
Numa montanha do ser,
Ser algo inacabado.
E de repente bate-nos no pensamento
Aquele arrepio e a ânsia de liberdade.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Parar é...
Os meu poemas não são palavras, não.
Aquilo que escrevo não são poemas, não.
São um não dizer a alguém aquilo,
Aquilo que me vai na alma.
Mas eu tenho calma...
Eu estou tranquilo.
Se não o sabe quem eu amo
Sabe-lo-a o meu coração.
Quando olho pela janela
Em busca da alma gémea,
No coração, aquele arrepio
Aquela ânsia que desperta o gosto
Aquele cheiro que estimula o corpo
Num beijo antecipado, dentro de um pensamento.
Tenho medo
De ser magoado
Mas nada magoa mais
Do que ficar parado.
Aquilo que escrevo não são poemas, não.
São um não dizer a alguém aquilo,
Aquilo que me vai na alma.
Mas eu tenho calma...
Eu estou tranquilo.
Se não o sabe quem eu amo
Sabe-lo-a o meu coração.
Quando olho pela janela
Em busca da alma gémea,
No coração, aquele arrepio
Aquela ânsia que desperta o gosto
Aquele cheiro que estimula o corpo
Num beijo antecipado, dentro de um pensamento.
Tenho medo
De ser magoado
Mas nada magoa mais
Do que ficar parado.
Patience :)
Uma sala de solidão
Com um ruído artificial
Uma vaga sensação
De que tudo está mal
Fecho os olhos num sorriso
Mas não estou satisfeito
Falta-me aquilo que preciso
Aquele amor aqui no peito
A pouca luz que me ilumina
Serve de consolo ao pensamento
A esta vida citadina
Este sufoco, um tormento.
Não me deixa amar
E tenho tanto para dar
Dentro deste contorno
E se não tiver retorno
Vai acabar...
Mas aquilo que fiz e não fiz
Muda o rumo do meu coração
E mesmo que ouça sempre "não"
Eu sei que vou ser feliz.
Com um ruído artificial
Uma vaga sensação
De que tudo está mal
Fecho os olhos num sorriso
Mas não estou satisfeito
Falta-me aquilo que preciso
Aquele amor aqui no peito
A pouca luz que me ilumina
Serve de consolo ao pensamento
A esta vida citadina
Este sufoco, um tormento.
Não me deixa amar
E tenho tanto para dar
Dentro deste contorno
E se não tiver retorno
Vai acabar...
Mas aquilo que fiz e não fiz
Muda o rumo do meu coração
E mesmo que ouça sempre "não"
Eu sei que vou ser feliz.
Chuva no horizonte
Cheira a chuva.
Sinto o fresco pelos olhos,
Mas estou quente cá dentro.
Existem poças de água...
Ou serão os meus olhos?
Numa corrente de tráfego
Numa brisa de um rio,
Tejo, no horizonte.
Apetecia-me um cigarro
Queimado e abafado
Num sopro de prazer.
Prédios altos, falsos
Rasgam um céu moribundo.
Não há sol, pouca vida.
O pouco verde que vejo
Corresponderá à esperança?
Sinto o fresco pelos olhos,
Mas estou quente cá dentro.
Existem poças de água...
Ou serão os meus olhos?
Numa corrente de tráfego
Numa brisa de um rio,
Tejo, no horizonte.
Apetecia-me um cigarro
Queimado e abafado
Num sopro de prazer.
Prédios altos, falsos
Rasgam um céu moribundo.
Não há sol, pouca vida.
O pouco verde que vejo
Corresponderá à esperança?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Nada de jeito..
Movimento, tão forte
Arrepio numa lagoa gelada
O meu coração num sentimento
Perdido na bruma das aguas
Nuns Olhos esquecidos
Duas gotas de orvalho
Um folha de nogueira
Numa fogueira apagada
Aquela adição, esforço
De prazer momentâneo
Sentido na socapa
De uma garrafa
Um toque dos teus lábios
Salgados da agua do atlântico
Um frio doce dum segredo guardado
E uma ferida não sarada no coração
Que não estanca nem por nada.
O que vai na minha mente?
Tantas pessoas, ninguém?
A musica que tocamos
Leva-nos ao meu coração
Eu sou um desejo
Um tentação de um fogo por apagar
E nas nuvens la no alto
Sinto mais que saudade,
Mais que amor ou amizade
Eu sinto Liberdade!
Arrepio numa lagoa gelada
O meu coração num sentimento
Perdido na bruma das aguas
Nuns Olhos esquecidos
Duas gotas de orvalho
Um folha de nogueira
Numa fogueira apagada
Aquela adição, esforço
De prazer momentâneo
Sentido na socapa
De uma garrafa
Um toque dos teus lábios
Salgados da agua do atlântico
Um frio doce dum segredo guardado
E uma ferida não sarada no coração
Que não estanca nem por nada.
O que vai na minha mente?
Tantas pessoas, ninguém?
A musica que tocamos
Leva-nos ao meu coração
Eu sou um desejo
Um tentação de um fogo por apagar
E nas nuvens la no alto
Sinto mais que saudade,
Mais que amor ou amizade
Eu sinto Liberdade!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Um sentimento bonito, escondido na confusão.
Apanhei uma rosa verde
Porque ainda há esperança
No meu amor, esse, que nunca hei de esconder.
Prossigo no rio dos meus olhos
Numa canoa frágil mas concreta,
De um amor que também o é.
Sentimento que sinto no peito,
Cá dentro no coração e que,
Numa corrente chega à alma.
A minha alma que são os teus olhos,
Castanhos como a terra lá fora
E se brilham os teus olhos!
Nesse brilho quero-te dar tudo,
O azul dos oceanos,
O vermelho dos meus lábios
O branco da luz que me aquece.
Um bom dia de manha,
Um verso perdido num acorde de guitarra
Consumido numa bruma subtil
De uma onda revoltada.
Queria beijar o teu coração
Num abraço.
Disseram-me que a Lua faz sofrer,
Então vendi-a.
Comprei o céu com um sorriso
Deram-me a Lua de troco.
Porque ainda há esperança
No meu amor, esse, que nunca hei de esconder.
Prossigo no rio dos meus olhos
Numa canoa frágil mas concreta,
De um amor que também o é.
Sentimento que sinto no peito,
Cá dentro no coração e que,
Numa corrente chega à alma.
A minha alma que são os teus olhos,
Castanhos como a terra lá fora
E se brilham os teus olhos!
Nesse brilho quero-te dar tudo,
O azul dos oceanos,
O vermelho dos meus lábios
O branco da luz que me aquece.
Um bom dia de manha,
Um verso perdido num acorde de guitarra
Consumido numa bruma subtil
De uma onda revoltada.
Queria beijar o teu coração
Num abraço.
Disseram-me que a Lua faz sofrer,
Então vendi-a.
Comprei o céu com um sorriso
Deram-me a Lua de troco.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Lisboa
Tantos olhares. A mesma serenidade.
As mesmas pessoas, nas horas dispersas.
E as minhas mãos reflectem ansiedade.
Mais um dia, as mesmas promessas!
Os meus olhos respiram nas curvas da cidade,
Nas multidões, nos prédios, nas pessoas sem idade,
No silêncio de pensamentos daqueles que sentem
E por mais que tentem
Existe sempre aquela insanidade
Aquele sufoco da não amizade
E o vento leva-me a casa. Nem dei conta que cheguei.
Tiro a chave, abro a porta
E num sinal de derrota
Durmo, sem pensar em ninguém.
As mesmas pessoas, nas horas dispersas.
E as minhas mãos reflectem ansiedade.
Mais um dia, as mesmas promessas!
Os meus olhos respiram nas curvas da cidade,
Nas multidões, nos prédios, nas pessoas sem idade,
No silêncio de pensamentos daqueles que sentem
E por mais que tentem
Existe sempre aquela insanidade
Aquele sufoco da não amizade
E o vento leva-me a casa. Nem dei conta que cheguei.
Tiro a chave, abro a porta
E num sinal de derrota
Durmo, sem pensar em ninguém.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Amanhece de novo.
Ouço chuva, ouço vento,
Ouço pessoas e sinto.
Aproveito o momento,
O sufoco que minto,
Neste aperto de vontade
De gritar, assim, o teu nome!
E sinto mais que saudade
Num murmúrio que me consome.
Não quero olhar para o passado.
Não estou só, estou sem ti,
Infelizmente o tempo, contado,
Passou. Voltou e sofri.
O meu coração sentiu a tua falta
Quando o pensamento, esse, já te tinha esquecido.
E foi no coração que apareceste, alta
Como o céu estrelado conhecido.
Amor. Não será decerto.
Mas nessa voz que projectas
Fico cada vez mais perto.
Os teus olhos, esboçados.
O teu perfume anelo,
Na tua pele, tocado
Por ele, o teu cabelo.
Põem-se a noite, vou dormir.
O que vi e senti foi real suponho!
Se antes não era mais que um desiludir,
Hoje sei, sei que não foi um sonho!
Ouço pessoas e sinto.
Aproveito o momento,
O sufoco que minto,
Neste aperto de vontade
De gritar, assim, o teu nome!
E sinto mais que saudade
Num murmúrio que me consome.
Não quero olhar para o passado.
Não estou só, estou sem ti,
Infelizmente o tempo, contado,
Passou. Voltou e sofri.
O meu coração sentiu a tua falta
Quando o pensamento, esse, já te tinha esquecido.
E foi no coração que apareceste, alta
Como o céu estrelado conhecido.
Amor. Não será decerto.
Mas nessa voz que projectas
Fico cada vez mais perto.
Os teus olhos, esboçados.
O teu perfume anelo,
Na tua pele, tocado
Por ele, o teu cabelo.
Põem-se a noite, vou dormir.
O que vi e senti foi real suponho!
Se antes não era mais que um desiludir,
Hoje sei, sei que não foi um sonho!
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