Os meu poemas não são palavras, não.
Aquilo que escrevo não são poemas, não.
São um não dizer a alguém aquilo,
Aquilo que me vai na alma.
Mas eu tenho calma...
Eu estou tranquilo.
Se não o sabe quem eu amo
Sabe-lo-a o meu coração.
Quando olho pela janela
Em busca da alma gémea,
No coração, aquele arrepio
Aquela ânsia que desperta o gosto
Aquele cheiro que estimula o corpo
Num beijo antecipado, dentro de um pensamento.
Tenho medo
De ser magoado
Mas nada magoa mais
Do que ficar parado.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Patience :)
Uma sala de solidão
Com um ruído artificial
Uma vaga sensação
De que tudo está mal
Fecho os olhos num sorriso
Mas não estou satisfeito
Falta-me aquilo que preciso
Aquele amor aqui no peito
A pouca luz que me ilumina
Serve de consolo ao pensamento
A esta vida citadina
Este sufoco, um tormento.
Não me deixa amar
E tenho tanto para dar
Dentro deste contorno
E se não tiver retorno
Vai acabar...
Mas aquilo que fiz e não fiz
Muda o rumo do meu coração
E mesmo que ouça sempre "não"
Eu sei que vou ser feliz.
Com um ruído artificial
Uma vaga sensação
De que tudo está mal
Fecho os olhos num sorriso
Mas não estou satisfeito
Falta-me aquilo que preciso
Aquele amor aqui no peito
A pouca luz que me ilumina
Serve de consolo ao pensamento
A esta vida citadina
Este sufoco, um tormento.
Não me deixa amar
E tenho tanto para dar
Dentro deste contorno
E se não tiver retorno
Vai acabar...
Mas aquilo que fiz e não fiz
Muda o rumo do meu coração
E mesmo que ouça sempre "não"
Eu sei que vou ser feliz.
Chuva no horizonte
Cheira a chuva.
Sinto o fresco pelos olhos,
Mas estou quente cá dentro.
Existem poças de água...
Ou serão os meus olhos?
Numa corrente de tráfego
Numa brisa de um rio,
Tejo, no horizonte.
Apetecia-me um cigarro
Queimado e abafado
Num sopro de prazer.
Prédios altos, falsos
Rasgam um céu moribundo.
Não há sol, pouca vida.
O pouco verde que vejo
Corresponderá à esperança?
Sinto o fresco pelos olhos,
Mas estou quente cá dentro.
Existem poças de água...
Ou serão os meus olhos?
Numa corrente de tráfego
Numa brisa de um rio,
Tejo, no horizonte.
Apetecia-me um cigarro
Queimado e abafado
Num sopro de prazer.
Prédios altos, falsos
Rasgam um céu moribundo.
Não há sol, pouca vida.
O pouco verde que vejo
Corresponderá à esperança?
Subscrever:
Mensagens (Atom)