Apanhei uma rosa verde
Porque ainda há esperança
No meu amor, esse, que nunca hei de esconder.
Prossigo no rio dos meus olhos
Numa canoa frágil mas concreta,
De um amor que também o é.
Sentimento que sinto no peito,
Cá dentro no coração e que,
Numa corrente chega à alma.
A minha alma que são os teus olhos,
Castanhos como a terra lá fora
E se brilham os teus olhos!
Nesse brilho quero-te dar tudo,
O azul dos oceanos,
O vermelho dos meus lábios
O branco da luz que me aquece.
Um bom dia de manha,
Um verso perdido num acorde de guitarra
Consumido numa bruma subtil
De uma onda revoltada.
Queria beijar o teu coração
Num abraço.
Disseram-me que a Lua faz sofrer,
Então vendi-a.
Comprei o céu com um sorriso
Deram-me a Lua de troco.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Lisboa
Tantos olhares. A mesma serenidade.
As mesmas pessoas, nas horas dispersas.
E as minhas mãos reflectem ansiedade.
Mais um dia, as mesmas promessas!
Os meus olhos respiram nas curvas da cidade,
Nas multidões, nos prédios, nas pessoas sem idade,
No silêncio de pensamentos daqueles que sentem
E por mais que tentem
Existe sempre aquela insanidade
Aquele sufoco da não amizade
E o vento leva-me a casa. Nem dei conta que cheguei.
Tiro a chave, abro a porta
E num sinal de derrota
Durmo, sem pensar em ninguém.
As mesmas pessoas, nas horas dispersas.
E as minhas mãos reflectem ansiedade.
Mais um dia, as mesmas promessas!
Os meus olhos respiram nas curvas da cidade,
Nas multidões, nos prédios, nas pessoas sem idade,
No silêncio de pensamentos daqueles que sentem
E por mais que tentem
Existe sempre aquela insanidade
Aquele sufoco da não amizade
E o vento leva-me a casa. Nem dei conta que cheguei.
Tiro a chave, abro a porta
E num sinal de derrota
Durmo, sem pensar em ninguém.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Amanhece de novo.
Ouço chuva, ouço vento,
Ouço pessoas e sinto.
Aproveito o momento,
O sufoco que minto,
Neste aperto de vontade
De gritar, assim, o teu nome!
E sinto mais que saudade
Num murmúrio que me consome.
Não quero olhar para o passado.
Não estou só, estou sem ti,
Infelizmente o tempo, contado,
Passou. Voltou e sofri.
O meu coração sentiu a tua falta
Quando o pensamento, esse, já te tinha esquecido.
E foi no coração que apareceste, alta
Como o céu estrelado conhecido.
Amor. Não será decerto.
Mas nessa voz que projectas
Fico cada vez mais perto.
Os teus olhos, esboçados.
O teu perfume anelo,
Na tua pele, tocado
Por ele, o teu cabelo.
Põem-se a noite, vou dormir.
O que vi e senti foi real suponho!
Se antes não era mais que um desiludir,
Hoje sei, sei que não foi um sonho!
Ouço pessoas e sinto.
Aproveito o momento,
O sufoco que minto,
Neste aperto de vontade
De gritar, assim, o teu nome!
E sinto mais que saudade
Num murmúrio que me consome.
Não quero olhar para o passado.
Não estou só, estou sem ti,
Infelizmente o tempo, contado,
Passou. Voltou e sofri.
O meu coração sentiu a tua falta
Quando o pensamento, esse, já te tinha esquecido.
E foi no coração que apareceste, alta
Como o céu estrelado conhecido.
Amor. Não será decerto.
Mas nessa voz que projectas
Fico cada vez mais perto.
Os teus olhos, esboçados.
O teu perfume anelo,
Na tua pele, tocado
Por ele, o teu cabelo.
Põem-se a noite, vou dormir.
O que vi e senti foi real suponho!
Se antes não era mais que um desiludir,
Hoje sei, sei que não foi um sonho!
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