quarta-feira, 30 de março de 2011

Parar é...

Os meu poemas não são palavras, não.
Aquilo que escrevo não são poemas, não.
São um não dizer a alguém aquilo,
Aquilo que me vai na alma.
Mas eu tenho calma...
Eu estou tranquilo.
Se não o sabe quem eu amo
Sabe-lo-a o meu coração.
Quando olho pela janela
Em busca da alma gémea,
No coração, aquele arrepio
Aquela ânsia que desperta o gosto
Aquele cheiro que estimula o corpo
Num beijo antecipado, dentro de um pensamento.
Tenho medo
De ser magoado
Mas nada magoa mais
Do que ficar parado.

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