quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Xamã
Quem será o mago?
De toda a magia que emana da sua pele
Que brilha nas estrelas reflectidas num lago.
Noite. De sorrisos excitantes.
Na brisa de um sonho onde adormeço.
Eu.
Onde está a arte? O fogo de uma paisagem.
Se não é o fim será isto o começo?
Teu.
Artista num transe pintado numa miragem.
Na floresta tão verde quanto o vento de norte,
O desejo já não é nosso, é do poder,
Das pessoas que têm medo da morte.
Porque não viver?
O quadro feito da tinta molhada de mentira,
Não há sentimento, onde está o momento?
O meu sonho não existe nesta neblina seca de olhares,
O que é feito do silêncio de um beijo, da música de um sorriso.
É tudo o que quero, é tudo o que preciso.
O excesso de descobrir o desconhecido,
A visita ao ser nós mesmos na manhã, no nascer do sol
A espera de sentir a verdade pelo golpe da faca da chuva de Outono.
Ser não é mais necessário, seremos iguais no infinito adormecido,
Chegamos ao fim do nosso sono?
Ou dormimos ainda magoando em nosso prol?
Quem abrirá a janela que esconde os raios de chama,
O desejo de ser livre vive dentro das nossas mentes,
E para ti que dizes que não sentes,
O que será senão sentir a força de quem ama?
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
mais uma prova da autenticidade envolvente das tuas palavras :)
ResponderEliminarObrigado! :)
ResponderEliminar